Os métodos de alfabetização
adotados nas escolas brasileiras, baseados no construtivismo, podem
inviabilizar o aprendizado da leitura, principalmente das crianças com dislexia
ou algum distúrbio de aprendizagem.
Nos últimos anos, as pesquisas na área de neurociências demonstram
que o método fonético que enfatiza a relação direta entre fonema (som da fala)
e grafema (escrita) é o mais indicado para o processo de alfabetização. Desse
modo, o método fônico tem sido amplamente utilizado em países como Estados
Unidos, França, Inglaterra e outros. Inclusive o governo americano deixou de
financiar pesquisas voltadas para alfabetização que não contemplem o método
fônico.
Os profissionais da área de
educação que consideram o método fônico um retrocesso estão ultrapassados. No
Brasil, Fernando Capovilla, no início dos anos 2000, foi pioneiro na defesa do
método fônico, muitas pesquisas foram realizadas demonstrando que as crianças
aprendem melhor através deste método.
Portanto se seu filho não
consegue aprender pelo método utilizado na escola, experimente utilizar o
método fônico, há muito material disponível para alfabetização através deste
método e você mesmo pode ajudá-lo ou então busque ajude de um especialista
psicopedagogo, fonoaudiólogo, etc.
Caso você tenha interesse em conhecer mais sobre o assunto
não deixe de ler a entrevista do neurocientista Stanislas Dehaene ou até mesmo o livro Neurônios da Leitura.



